Caraguatatuba está com todas as 14 praias monitoradas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) próprias para banho. O resultado consta no boletim de balneabilidade divulgado no dia 30 de julho e considera as amostragens realizadas entre 28 de junho e 26 de julho.
Foram classificadas como próprias as praias de Tabatinga, nos pontos localizados a 250 metros do Rio Tabatinga e em frente ao Condomínio Gaivotas; Mococa; Cocanha; Massaguaçu; Capricórnio; Lagoa Azul; Martim de Sá; Prainha; Centro; Indaiá; Aruan; Palmeiras e Porto Novo.
O resultado mostra que, durante o período analisado pela Cetesb, todos os pontos monitorados no município apresentaram condições adequadas para atividades de contato direto e prolongado com a água, como banho de mar, natação e práticas esportivas.
A classificação semanal é definida a partir dos resultados das cinco semanas anteriores à divulgação do boletim. A Cetesb analisa a presença de bactérias indicadoras de contaminação e classifica as praias como próprias ou impróprias conforme os critérios estabelecidos pela legislação ambiental.
A manutenção da qualidade das praias também recebe atenção de ações integradas desenvolvidas pela Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca e pela Sabesp, concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto no município. O trabalho envolve fiscalização, monitoramento de pontos críticos e identificação de irregularidades que possam afetar rios, redes de drenagem e o mar.
Entre as iniciativas está a Operação Caça-Esgoto, intensificada neste ano para identificar e combater lançamentos irregulares de efluentes. As primeiras vistorias foram realizadas na Prainha e nos rios Cocanha e Tabatinga, com diligências em pontos previamente mapeados pelas equipes técnicas.
A operação reúne ainda as Secretarias de Urbanismo e Saúde, por intermédio da Vigilância Sanitária, além do apoio técnico da Sabesp e, quando necessário, da Polícia Militar Ambiental. As vistorias têm caráter contínuo e novos pontos são definidos conforme os levantamentos técnicos e as denúncias recebidas.
A ligação dos imóveis à rede pública de esgoto é obrigatória quando o serviço está disponível. Além de evitar penalidades, a medida impede que efluentes sejam lançados na rede de drenagem, nos rios e no mar, com reflexos diretos na preservação ambiental e na saúde pública.
A população também pode contribuir e denunciar lançamentos irregulares de esgoto, alterações na coloração da água, mau cheiro e outros possíveis focos de poluição pelo Canal 156, disponível por telefone, site e aplicativo.
Secretaria de Comunicação Social – 3/8/2026
Fotos: Luis Gava/PMC


