A atuação dos catequistas, especialmente, das comunidades católicas de Arujá, ganhou um reconhecimento especial: a inclusão no Calendário de Eventos da celebração do Dia Municipal do Catequista, no último domingo de agosto.
O projeto, proposto pela ex-vereadora Dalvana Penha (Republicanos) e pelo vereador Caio Mãos Solidárias (União), foi aprovado pelo Plenário e sancionado pelo prefeito. A Lei Municipal 3878/2026, que trata do assunto, publicada na edição de 7/10 do Diário Oficial do Município, já está em vigor.
A data escolhida para a comemoração alinha-se às orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e remete ao mês vocacional – período em que as diversas vocações – sacerdotais e leigas – são lembradas a cada domingo. Em 2021, o Papa Francisco instituiu o Ministério dos Catequistas e ressaltou o papel do catequista como “testemunha da fé e guardião da memória”.
Na justificativa à propositura, os vereadores ressaltaram que o trabalho dos catequistas “transcende o aspecto religioso e contribui para a promoção da solidariedade, da empatia, da justiça e dos princípios éticos”.
No Brasil, o padroeiro dos catequistas é São José de Anchieta, missionário jesuíta que chegou ao território brasileiro aos 19 anos, à época da colonização portuguesa, e se destacou pelo trabalho de inculturação da religião católica entre os povos indígenas. Fonte: Sites CNBB/Escola do Catequista


